segunda-feira, 26 de maio de 2008

Linha de Tempo

Linha de Tempo : Fatos marcantes na vida dos alunos


Iniciei o trabalho com meus alunos lançando uma pergunta: “Se falarmos em TEMPO o podemos dizer?”.
Fizemos um círculo e cada um falou alguma coisa sobre tempo. Entre as colocações citaram que o tempo é cheio de história, que o tempo é um ótimo remédio (relacionando a coisas tristes que são necessárias esquecer). Que demoram certo tempo da suas casas até o trabalho, até a escola. Faz tanto tempo que recomeçamos a estudar. Entre outras colocações importantes.
Após esta conversa ,cada aluno construiu a sua linha do tempo trazendo fotos dos fatos importantes e apresentando para os demais colegas.
Alguns alunos sentiram dificuldades em realizar a atividade. Disseram que em tempo nenhum tinham parado para fazer essa retrospectiva de suas vidas. Foi muito emocionante, porque alguns alunos se emocionaram em falar dos fatos que foram marcantes em suas vidas. Estudando esses fatos descobriram muitos acontecimentos, que até então pareciam estar adormecidos em suas mentes.
Dando continuidade ao trabalho, lancei um desafio, para juntos construirmos uma linha de tempo do CEREJA. ( O CEREJA é um projeto da Secretaria Municipal de Educação de Gravataí). Cada aluno tentou descobrir alguma informação para contribuir na realização da atividade. Foi muito gratificante. Os alunos trabalharam com muito entusiasmo.
O Projeto CEREJA teve início no ano de 2003.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Como vejo o Ensino de Estudos Sociais

O professor ao ensinar demonstra as concepções que trás consigo em relação ao modo que lhe foi ensinado. Para trabalhar estudos sociais, é preciso conhecer e assegurar meios que expresse tal fato e saber que existem estilos preferenciais de ensino, assim como existem estilos de preferência de aprendizagem dos alunos. Quando o estilo do professor combina com o estilo do aluno o resultado é positivo, caso contrário é desastroso. Parece razoável sugerir que os professores desenvolvam habilidades que possam combinar com a aprendizagem de todos os alunos e não apenas com alguns os quais tem uma afinidade natural.
Ao planejar concordo com Madalena Freire, quanto a necessidade de sonhar visualizando as necessárias intervenções do aluno ao seu meio, provocando-o a deseja-los de forma a possibilitar-lhe eleger os meios para que processe tais mudanças visando a formação de uma cidadania engajada e crítica a sua realidade.
Como professora, participei no ano de 2007 de um projeto na escola que tinha como tema: “Conhecendo o Passado para reinventar o futuro.” Cada aluno após pesquisa, colocou sua contribuição, o seu conhecimento, suas vivências e juntos construímos a história da comunidade e estudar a história da comunidade é compreender como o conhecimento é constituído e saber relacionar esse conhecimento com a época e os autores que o constituíram, e também saber identificar os conceitos e as explicações com as quais esse saber opera para compreender o presente, ou melhor, entender o presente a partir de dimensões de tempos mais amplos. A concepção de que o ensino de Estudos Sociais deve trabalhar apenas acontecimentos políticos ou econômicos ocorridos num passado distante deve , portanto ser superada.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Reflexão sobre a Defesa da Síntese

A apresentação da defesa síntese, me fez refletir sobre a minha aprendizagem desde que ingressei no curso PEAD. Neste período realizei muitas leituras e atividades que me possibilitaram ampliar meus conhecimentos. Foi a partir desses estudos que houve um maior aprendizado dos aportes teóricos e metodológicos, que antes do início do curso não pareciam terem tal importância.
Para apresentar minha defesa,não tive dificuldades. Acredito que esta segurança é por estar expressando um pouco das experiências desenvolvidas em minha sala de aula.
Ainda tenho muita dificuldade em relação a tecnologia, mas nada que não vai ser superado.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Contação de história "Gato pirado"


Quando recebemos a proposta da Professora Claúdia da interdisciplina “Literatura infanto Juvenil e aprendizagem B”; nosso grupo reuniu-se para decidirmos o que iríamos apresentar.
Nossa colega Cátia trouxe como sugestão o trabalho realizado com muito sucesso em sua escola, onde foi e está sendo realizado por várias professoras em séries diferenciadas a contação de história “O gato pirado”. Logo que ela iniciou a exploração já nos apaixonamos pela história então foi unânime a escolha.
Esse trabalho ainda esta sendo realizado, pois é um trabalho que requer participação dos alunos e pais, uma vez que uma das propostas depois de ser contada a história é que cada aluno leve para casa o gato pirado e a partir disso os alunos deverão cuidar desse gato como se ele fosse real e deverão escrever no diário como foi essa visita. A professora poderá fazer a lista de visitação através da ordem alfabética.
Além dessa atividade os alunos poderão criar um outro animal pirado, representá-lo através de desenho e escrever uma história para esse animal.
Também podemos explorar com os alunos outras informações sobre as diferenças entre os animais, essa atividade poderá ser registrada no caderno do aluno ou através de painéis, álbuns..., ficando a critério do professor e conforme a faixa etária dos alunos.
Essa contação de história é muito rica e produtiva, os alunos sentem prazer tanto no momento de ouvir a história, como no momento de interagir com a contação.
São momentos assim que nossos alunos necessitam e os tornam leitores.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Cantando e encantando!

Atividade pedagógica com os alunos

O trabalho foi desenvolvido com alunos da 4 ª série. Uma turma participativa, alegre e bastante comprometida.
Comecei o trabalho conversando com os alunos sobre as canções brasileiras e quem cantava estas canções. Foram citadas vários estilos e muitos cantores, Foram citados apenas cantores da atualidade.
A conversa continuou e propus a eles que fizessem uma pesquisa junto a seus familiares pais, avós e tios, os tipos de canções da juventude de cada um.
No outro dia, trouxeram para a sala de aula os mais diversos nomes de canções e seus cantores, mas não nomes que queria trabalhar. A partir das canções que trouxeram, confrontamos com as atuais. Se as conheciam ou não.
Próximo passo foi convidar os alunos para irmos para a sala de informática para realizar uma leitura. Através da tela do computador lemos “Tia Ciata e sua Casa do Encanto”. Após a leitura, ouvimos as canções do C D . Para minha surpresa os alunos demonstraram muita animação ao ouvir as canções.Diziam que não eram conhecidas, mas eram bem legais, e gostosas de ouvi-las e até dançar. ( os alunos gostam muito de dançar, acredito que ter oficina de dança que tem na escola aos sábados). Os alunos mais participativos convidaram os demais para se arriscarem em alguns passos de samba.
Solicitei aos alunos, que indicassem uma das canções ouvidas para cantarmos. A indicada foi: Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida e Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga. Utilizando as últimas faixas do C D que são instrumentais, cantamos as canções em forma de karaokê.
Pedi aos alunos que se dividissem em grupo, e cada grupo tentasse criar um novo arranjo para a canção que mais gostaram. Esta experiência em grupo não deu certo, não obteve o sucesso esperado. Então, formamos um único grupo e convidamos um professor que toca alguns instrumentos para nos ajudar. Todos juntos fomos mais felizes, e conseguimos criar um novo arranjo para a canção Abre Alas.
Em outro momento, com sucata construímos alguns instrumentos de samba que fizeram parte do arranjo. Confeccionamos uma boneca de pano que batizamos de “Tia Ceada” linda com sua saia de baiana, sua bata, seu xale e torso na cabeça.
Como na leitura falava de casas e praças que não existiam mais . Construímos um painel com fotos antigas de casas e praças de nossa cidade,(aproveitando que em uma atividade anterior visitamos alguns pontos históricos) que eram bem diferentes, e comparamos com o hoje.
Trabalhamos com as letras das canções, realizamos pesquisa sobre os compositores.

Avaliação da atividade

A participação dos alunos ao longo deste trabalho que teve a duração de uma semana, foi muito envolvente, participaram com motivação e entusiasmo. Para mim educadora, foi também muito gratificante. Aprendi junto com os alunos diferentes conhecimentos sobre a Música Popular Brasileira,e todos, alunos e professora tiveram a oportunidade de levarem para suas famílias este novo conhecimento.

domingo, 25 de novembro de 2007

Encontro Internacional de Educação




Uma semana de muitas atividades, uma semana para repensar a nossa educação.
Nesse espaço, que nós professores tivemos, acredito que me possibilitou atribuir novos significados a minha prática docente e fazer relações com os estudos feitos e as leituras que desenvolvi durante esse semestre.
Os relatos feitos e principalmente o filme que assisti no sábado à tardinha : “Pro dia nascer feliz” me fizeram ver quer educar realmente vale a pena.
Nesse filme mostra a realidade da Educação Brasileira e as possibilidades que temos em modificar o futuro. João Jardim nos faz observar e refletir sobre nossas escolas, pois mostra “um diário de observação da vida do adolescente do Brasil em seis escolas”.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Brincar, divertir-se e aprender




A ludicidade nos conecta conosco e com o mundo que nos cerca. Quando uma atividade é marcada com a ludicidade, se torna mais significativa, pois faz com que a experiência adquirida se estabeleça em clima de desafio, surpresa, entre quem aprende e quem ensina, fazendo com que o sujeito se torne completo em sua realização. A aprendizagem só ocorre quando o tema em questão tem significado para quem aprende.
Através do brincar construímos o imaginário, e brincando aprendemos e não vamos mais esquecer.